Como saber se uma empresa aérea ‘low cost’ desconhecida é segura

Quem já viajou ou pretende viajar para países mais distantes e fora do circuito América do Sul-EUA-Europa já se deparou com o nome de empresas aéreas low cost das quais nunca tinha ouvido falar.

Como geralmente elas dominam os mercados nacionais e têm preços em conta, acabam sendo quase obrigatórias para quem quer explorar lugares mais exóticos e distantes, que não são atendidos pelas grandes empresas aéreas do mundo.

Se você vai viajar e pretende usar uma low cost da qual nunca ouviu falar, aqui vão algumas dicas para saber onde você está se metendo antes de sair passando seu cartão de crédito:

Empresas banidas – Um bom indicativo de que uma empresa é segura é ver se ela não consta da lista de companhias aéreas proibidas de voar em determinadas regiões, como na Europa e nos EUA, por exemplo. Isso porque estas regiões impõem um padrão mínimo de segurança para que aviões possam ocupar seus respectivos espaços aéreos sem trazer riscos para seus passageiros e moradores.

Acidentes – Pode até parecer um pouco mórbido, mas o fato é que é importante verificar se ou quantos acidentes aéreos a empresa aérea com a qual você pretende viajar já teve nos últimos anos. Claro que acidentes acontecem e ninguém está livre disso. Mas às vezes os números são alarmantes e aí talvez seja o caso de buscar outra alternativa. Uma boa fonte de referência para este tipo de pesquisa é o site Aviation Safety Network, que lista todos os acidentes sofridos pelas empresas aéreas, bem como os modelos usados. O site também explica em detalhes os acidentes e incidentes, então dá para se ter uma boa noção.

Rankings – Outra boa alternativa para saber mais sobre uma empresa aérea é verificar sua classificação no site AirlineRatings. Além de classificar as empresas com notas que vão de 0 a 7 estrelas, ainda há detalhes sobre o serviço de bordo, a política de bagagem, um pouco da história da companhia e desde quando atua no mercado, além dos modelos de aeronave utilizados. Super útil para começar sua pesquisa.

Fonte:  Veja

2019-05-29T18:16:06+00:004/06/2019|Notícias|