Alimentos ajudam a manter a memória em perfeito estado

 

O dia-a-dia cada vez mais agitado nos desafia a manter a memória em perfeito estado. Afinal, são muitos dados, nomes e tarefas para lembrar. Claro, uma boa organização é fundamental, anotando todas as atividades necessárias. Entretanto, os alimentos são fortes aliados na tarefa de ajudar nosso cérebro a controlar essa grande máquina de emoções.

Ômega 3

Um dos nutrientes necessários para um cérebro mais ativo e que se lembra melhor das coisas é o Ômega 3. Alguns alimentos, como a quinoa, vão além: são tantos nutrientes que a transformam em uma espécie de “superalimento”: proteína, ferro, cálcio, vitaminas do complexo B e o ácido graxo Ômega 3, que compõe a membrana externa das células cerebrais, vital para uma troca rápida de mensagens no cérebro.

A linhaça, seja dourada ou marrom, é geralmente lembrada em dietas para emagrecimento, mas sua riqueza em Ômega 3 a torna boa também para quem deseja manter uma boa memória. Um detalhe: é importante consumi-la na forma triturada ou germinada (após ficar de molho). Deve também ser armazenadas em potes escuros e locais frescos, a fim de conservar suas propriedades por mais tempo.

Salmão

Outro alimento rico em Ômega 3 é o salmão. Entre as carnes, é o campeão no nutriente. Peixes de água fria, como sardinha e atum, também contam com ácido graxo. Entre os benefícios, estão as melhoras do desempenho cognitivo e da capacidade para gravar informações.

Morango

Mas não é só o Ômega 3 que pode ajudar na memória. A fisetina, presente no morango, também possui missão importante nas lembranças. Ela provoca a diferenciação das células nervosas, o que influencia na boa função cognitiva e redução do esquecimento

Tal qual o morango, o tomate é abundante em fisetina, o que ajuda na melhora significativa da memória. Já as uvas são frutas bastante benéficas, pois, além da fisetina, as vermelhas e roxas são ricas em flavonoides, substâncias importantes na proteção ao sistema nervoso, que influenciam na regulação da morte de neurônios e na regeneração dessas células.

Fonte: Estadão Conteúdo